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APENAS UM CORAÇÃO SOLITÁRIO

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O americano Clifford Odets escreveu diversos roteiros para cinema e televisão. Cerca de 40 ao todo. Escrever foi seu principal ofício em 30 anos de carreira. Mas ele também experimentou a direção de filmes em apenas dois trabalhos. O primeiro deles foi este Apenas Um Coração Solitário, que adaptou do livro de Richard Llewellyn e dirigiu em 1944. A história gira em torno de Ma Mott (Ethel Barrymore, que ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante por este papel) e seu filho Ernie (Cary Grant). A ação se passa pouco antes do início da Primeira Guerra Mundial. Ma Mott sempre teve uma vida miserável e agora tenta mudar o destino do filho que nunca foi responsável o suficiente. Sempre sem dinheiro e metido em confusões, Ernie parece mesmo incorrigível. Apenas Um Coração Solitário revela, já a partir do título, sua faceta melodramática. E não faz feio. Diz a lenda que Alfred Hitchcock quase dirigiu este filme e também que o autor do romance protestou quando Grant foi anunciado para o papel principal. Para ele o ator era velho demais (na época ele tinha 40 anos), para viver um jovem de apenas 19. Realmente, Ernie Mott não combina nem um pouco com a persona que Cary Grant criou ao longo de sua extensa filmografia.

APENAS UM CORAÇÃO SOLITÁRIO (None But the Lonely Heart – EUA 1944). Direção: Clifford Odets. Elenco: Cary Grant, Ethel Barrymore, Barry Fitzgerald, June Duprez, Jane Wyatt, George Coulouris e Dan Duryea. Duração: 113 minutos. Distribuição: Warner.

Last modified: 2 de setembro de 2019

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