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NUNCA AOS DOMINGOS

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Depois de se autoexilar na França por conta da perseguição que sofreu do macarthismo, o cineasta americano Jules Dassin deu continuidade à sua carreira no novo país. Porém, em 1960, ele foi para a Grécia dirigir Nunca aos Domingos, um de seus filmes mais populares. Aqui Dassin assumiu múltiplas funções: escreveu o roteiro, produziu, dirigiu e também atuou. À frente do elenco, a bela atriz Melina Mercouri, chamada na época de a “última deusa grega”, com quem o diretor se casaria seis anos depois. Tudo começa quando Homer Thrace (Dassin) chega a uma cidade do litoral grego e conhece Ilya (Mercouri), uma prostituta bastante extrovertida, mas, que só aceita um cliente se simpatizar com ele. Homer se apaixona perdidamente por ela e faz de tudo para que Ilya abandone aquela vida. Nunca aos Domingos é aquele tipo de comédia que nos faz rir. E muito. Porém, sem agredir nossa inteligência e, ao mesmo, tocando fundo em algumas feridas sociais. Para surpresa de todos, incluindo o diretor, a obra foi um sucesso estrondoso no mundo todo. Mercouri ganhou a Palma de Ouro de melhor atriz em Cannes e o filme ainda recebeu cinco indicações ao Oscar: diretor, atriz, roteiro, figurino e canção. Ganhou esta última, com a música Ta Paidia Tou Peiraia, composta por Manos Hatzidakis.

NUNCA AOS DOMINGOS (Pote Tin Kyriaki – Grécia 1960). Direção: Jules Dassin. Elenco: Melina Mercouri, Jules Dassin, Giorgos Foundas, Titos Vandis, Mitsos Ligizos, Despo Diamantidou e Alexis Solomos. Duração: 91 minutos. Distribuição: United Artists.

Last modified: 2 de março de 2019

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